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TEMOS CURSO ONLINE (PDF) PARA TODO O BRASIL, INCLUSIVE GOIÂNIA!!!


Olá meu nome é Maria Aparecida Sampaio Cruz de Lima

Relato em 28/09/2018 - Conheci a taquigrafia de uma forma diferente. Moro em Goiânia e certo dia estava em um ônibus coletivo, desolada pois andava a procura de emprego. Dentro do ônibus havia um senhor sentado com um livro aberto e uma escrita estranha, parecendo árabe, sabia lá o que era. O senhor estava lendo aquelas linhas, acompanhando com o dedo, parecendo que estava difícil para ler. Fiquei pensando: será que ele é "estrangeiro"? pois eu olhei ao meu lado e um rapaz também observava, e eu lhe disse: "acho que ele é árabe", o rapaz deu uma risadinha acanhada e fez sinal com a cabeça concordando. O senhor parece ter escutado. Logo em seguida ele levantou e disse: "dá licença por favor" e eu mais que depressa perguntei o que era aquilo que ele estava lendo, mas com a pressa para descer, me deu um cartão que levava no bolso da camisa, me disse que era taquigrafia e que se eu quisesse era só ligar para ele que me explicaria tudo direitinho. Bom era uma terça feira, e só resolvi ligar para ele na segunda feira da próxima semana. Liguei, era do IGT e a secretária que me atendeu e foi muito gentil, me disse para aguardar um minuto que iria transferir a ligação para o Professor Moacyr Moraes. O professor me atendeu, muito prestativo, me explicou tudo a respeito e me convidou para uma aula experimental. Oba! aceitei na hora. Marcamos o dia da aula e eu estava lá feliz e satisfeita. Após a aula, adorei inclusive, mas como estava desempregada, disse-lhe que não poderia fazer o curso. Foi aí que o Professor me surpreendeu e me deu o curso integralmente de graça. Resultado, aprendi taquigrafia tão bem, que hoje faço parte do quadro de professores do IGT. Isso tudo se passou em Fevereiro de 2016. Olha só como o destino da gente tá escrito. Do nada dentro de um ônibus coletivo, conheci o Professor Moacyr e hoje tenho uma linda profissão. Irei prestar os concursos da Câmara-DF e Senado, pois as remunerações chegam a R$ 18 mil mensais. Esse é meu relato de gratidão ao Professor Moacyr, uma pessoa de bem, respeitado, humilde e de grande coração, valeu GRANDE PROFESSOR MOACYR!!! 

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Taquigrafia do Senado inicia mudança do papel para tablets

   

 26/07/2017, 15h27

Secretaria de Registro e Redação Parlamentar deve implementar, até o fim de 2017, o uso total de tablets no trabalho dos taquígrafos do Senado Federal.

Geovanna Pimenta /Senado Federal

 Atenta aos avanços tecnológicos, a Secretaria de Registro e Redação Parlamentar deve implementar, até o fim de 2017, o uso total de tablets no trabalho dos taquígrafos da Casa, para ampliar o registro histórico e economizar mais de seis mil blocos de apanhamento taquigráfico por ano. — A secretaria, vinculada à Secretaria-Geral da Mesa, está inserida no contexto de modernização legislativa. Os dois grandes objetivos para a implementação do tablet são a atualização de imagem e a economia de papel. O bloco e o lápis têm mais de 400 anos de uso, e precisávamos de uma imagem mais moderna. Também calculamos uma economia em torno de 325 resmas anuais — diz Quésia de Farias, diretora do setor. A substituição do suporte para apanhamento taquigráfico está de acordo com as diretrizes estratégicas do Senado para o biênio 2017-2019, que estabelecem aprimorar e automatizar processos de trabalho, bem como modernizar sistemas legislativos e parlamentares. Além disso, leva-se em conta a continuidade de uma logística sustentável na instituição. Por enquanto, o processo está em fase de transição e adaptação. Por isso, Quésia relata que diferentes modelos de aparelhos e aplicativos estão sendo testados. — A mão do taquígrafo é extremamente ágil. Papel e lápis tornam isso possível, mas o tablet às vezes falha. A caneta falha, o taquígrafo tem que voltar e aí já perdeu a palavra. Gera estranhamento porque cada um tem um ritmo, um costume. Há programas que eu posso encostar a mão, outros não. Mas a gente vai se adaptar. Uma das características do taquígrafo é a capacidade de adaptação — afirma. Fábrica da palavra A diretora também diz que a área de taquigrafia do Senado é uma das mais modernas e rápidas do mundo, com destaque para o Escriba. Esse sistema foi criado pelo Prodasen e compartilha todas informações de outros sistemas da Casa, o que facilita a produção da nota taquigráfica. Por isso, a dinâmica de trabalho do Senado está sendo exportada para a Câmara dos Deputados e outras assembleias. Do mesmo modo, foi apresentado a parlamentos de países de língua portuguesa, como Moçambique e Portugal. — Somos uma fábrica do discurso, da palavra. Temos um grupo capacitado, com formação em língua portuguesa, em texto e discurso, em linguística, para fazer essa atuação. Além de termos organização suficiente para atuar horas e horas de uma sessão, como aconteceu no impeachment. Nenhum outro grupo faz isso com tanta rapidez e maestria — garante. São 28 taquígrafos e 24 revisores responsáveis pelo registro de todas falas, pronunciamentos e debates do Senado. No Plenário, o atendimento acontece em tempo real, com os taquígrafos presentes revezando entre si. Depois, o documento é enviado para revisão, que disponibiliza o texto no site da instituição. A íntegra leva cerca de 50 minutos para ser publicada na internet. Mesmo sendo um ofício antigo, implementado no Brasil na Assembleia Nacional Constituinte de 1823 e logo em seguida no Congresso Nacional, a diretora considera que não existe tecnologia capaz, até agora, de substituir o ouvido e a atenção do taquígrafo.

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Professores indicam taquigrafia e símbolos para melhorar as anotações

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Prestar atenção ou anotar, eis a questão! Coordenar as anotações feitas em sala de aula e o foco no aprendizado não é tarefa fácil. No entanto, técnicas de anotação aliadas a abreviaturas e símbolos facilitam a vida do estudante e tornam o material de estudo mais eficiente. Símbolos de taquigrafia - método de abreviação que substitui palavras, sílabas e expressões - são uma maneira de agilizar a escrita. O professor Paulo Volnei Bernardi afirma que essa é uma boa forma para alunos passarem para o papel a linguagem falada em sala. Há diferentes técnicas de taquigrafia, no país a mais usada é o método Leite Alves, genuinamente brasileiro. Na taquigrafia, o som é a essência para o processo de tradução. Segundo Bernardi, o método, muito usado em tribunais, assembleias e câmaras, é um diferencial para os alunos de ensino fundamental, médio e superior. "Tem gente que precisa ouvir e anotar depois. Outras ficam anotando o tempo todo. Alguns parecem não estar prestando atenção na aula, mas é porque estão escrevendo", explica a professora do mestrado em Estudo de Linguagens do CefetMG (Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais), Ana Elisa Ribeiro. A dica da professora é que o estudante faça um resumo do que lhe interessa. Para ela, o melhor é quando o aluno tem a habilidade de "sumarizar" a fala do professor com uma ideia própria e assim anotar somente o que absorveu da aula, e a taquigrafia é ideal para isso.




Ofício milenar de taquígrafo(a) continua ganhando fôlego em SC, apesar das novas tecnologias


Ainda existe isso? Esta é a pergunta que todos fazem, quando se fala em taquigrafia. E a resposta é: sim! A arte de escrever por meio de símbolos que reproduzem os sons das palavras numa velocidade muito maior que a normal não morreu nem se tornou obsoleta, como a maioria pensa. Pelo contrário: há um bom campo de trabalho, com remuneração acima da média. O que falta, muitas vezes, são profissionais para abastecer o mercado. Os taquígrafos conseguem colocar no papel uma palestra, um discurso parlamentar, uma conversa ou qualquer tipo de oratória em tempo real, acompanhando a velocidade da fala. Pela transcrição fidedigna e pela rapidez, esses profissionais são requisitados por associações, escritórios de direito, empresas de grande porte para registro de reuniões, palestras etc e, sobretudo, por órgãos públicos dos Poderes Legislativo e Judiciário, onde são essenciais. Lenita Cavalazzi, coordenadora de taquigrafia do plenário da Assembleia Legislativa de Santa Catarina - a maior empregadora de taquígrafos no estado, com uma equipe atual de 30 profissionais, explica que a função deles é transcrever, de forma simultânea, todos os discursos que são feitos na Casa. Pode parecer uma tarefa impossível, mas os taquígrafos fazem isso sem nenhuma dificuldade. Um taquígrafo escreve com lápis, em um papel branco especial, cerca de 100 palavras por minuto, usando a linguagem dos símbolos e sinais. Depois, decodifica no computador, passando para o português. No plenário da Assembleia funciona assim: durante o pronunciamento de um deputado, a cada cinco minutos troca o taquígrafo(a). Depois deste tempo, ela sai do plenário e vai para o computador, transcrever o texto. Na sequência, volta para mais cinco minutos de taquigrafia. No final do dia, cerca de uma hora depois de terminada a sessão, todos os discursos já estão devidamente transcritos, prontos para serem revisados e arquivados, ficando à disposição para consultas. Técnica imbatível Mesmo com o avanço da tecnologia a taquigrafia continua imbatível. Se os discursos (ou palestras, pronunciamentos, mesas redondas, workshops, etc.) forem gravados, alguém, depois, terá que transcrever tudo para o computador. Hoje já existe um equipamento que grava e, depois, pode ser acoplado ao computador, traduzindo o som em palavras escritas. Mas se duas pessoas falam ao mesmo tempo (ou no caso de alguém pedir um aparte, por exemplo), o texto mistura tudo, pois não sabe identificar quando há duas vozes diferentes, sem contar que o taquígrafo TEM FÉ PÚBLICA, ou seja, ele além de registrar o discurso, ele é testemunha presencial do fato. Os taquígrafos(as) da Assembleia, conta Lenita Cavalazzi, são muito solicitados para trabalhos extras, em congressos e seminários, por exemplo. Há falta de pessoal nesta área. Por isso, quem está no mercado geralmente recebe uma boa remuneração - explica, sem revelar seu salário. Ser fera em português é essencial O último concurso para taquígrafos na Assembleia Legislativa ocorreu há sete anos, quando boa parte do quadro foi renovado. Mesmo assim, várias profissionais estão em vias de se aposentar. No serviço público, em Brasília, o salário de um taquígrafo pode ultrapassar os R$ 17 mil. Há, também, um amplo leque de opções de atuação para os autônomos. Normalmente, por uma hora de serviços prestados, cobram entre R$ 140 e R$ 180. Mesmo assim, ainda faltam profissionais qualificados no mercado. Embora existam mais de 20 métodos diferentes para escrever por meio de símbolos, os sistemas mais utilizados no Brasil são o Taylor, o Oscar Leite Alves, o Duprat e o Martí, ensinados por escolas específicas ou por taquígrafos que exerceram a profissão por muito tempo e decidiram se dedicar ao aprendizado. Para fazer um trabalho de qualidade nessa área, é preciso também conhecer bem a língua portuguesa. O Instituto Goiano de Taquigrafia, que está no mercado há 22 anos, ensina pelo método Oscar Leite Alves, usado atualmente por cerca de 90% dos taquígrafos brasileiros. Profissão renovada As amigas Elzamar Alves Dante e Eliana Barcellos são taquígrafas da Assembleia há sete anos, após aprovação no último concurso público. Antes disso, Elzamar trabalhava na Caixa Econômica, e Eliana era professora de educação física. Elzamar conta que a tempos atrás leu o edital de um concurso público e a boa remuneração chamou a sua atenção. "Fiquei curiosa e decidi saber um pouco mais sobre o assunto. Procurei um curso, gostei e me dediquei, até que passei no concurso" - relembra. Eliana já estava quase se aposentando como professora quando também se interessou pela taquigrafia. Hoje, muito feliz na profissão, não pensa em parar tão cedo.




Aprovado projeto que fixa jornada de trabalho dos taquígrafos em 2014


Os taquígrafos, profissionais responsáveis pela escrita abreviada ou simbólica, podem receber adicional de insalubridade desde a sua contratação. O benefício foi aprovado na semana passada pelos deputados da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara Federal. O Projeto de Lei 7358/10, do deputado Valtenir Pereira (PSBMT), estabeleceu condições especiais de trabalho e aposentadoria para os taquígrafos, que também são chamados de estenógrafos. Segundo o texto, a jornada de trabalho será fixada em seis horas diárias e 30 semanais, e é assegurada aposentadoria especial aos 25 anos de exercício profissional. A atividade será enquadrada como insalubre, em grau médio, para fim dos benefícios de compensação definidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT Decreto Lei 5.452/43). Por fim, a proposta regula a remuneração especial das horas extras de trabalho. O relator, deputado Policarpo (PT/DF), também incluiu uma equiparação de benefícios entre o profissional taquígrafo e profissionais de nível superior. Segundo ele, o nível de excelência que o taquígrafo deve possuir para realizar o seu trabalho é equivalente a uma graduação. A proposição já foi aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família. Sujeito à análise conclusiva, o projeto segue para as comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. (Com informações da Agência Câmara).




Artigos de Taquigrafia: A importância da Profissão


Boa audição, boa visão, boa memória, pulso ágil e preciso nos movimentos, conhecimento da língua portuguesa, esses são os “poucos” pré requisitos para um bom profissional de taquigrafia. Recorrer aos meios taquigráficos é uma forma que não se findou com o desenvolvimento tecnológico. Escrever à mão ainda é uma técnica utilizada por profissionais, que, através de sinais, fazem dessa escrita um registro em tempo diminuto. Muitas habilidades são necessárias para ser um bom taquígrafo(a), contudo, questiona-se, hoje em dia, se a taquigrafia é uma profissão que está extinta ou não. Segundo o jornalista e diretor da Faculdade Cásper Líbero, professor aposentado de taquigrafia ,Erasmo de Freitas Nuzzi, esta profissão nunca estará em extinção. "Taquigrafia é uma profissão com carência de bons profissionais, há uma dificuldade muito grande em preencher as vagas", revela Nuzzi. A taquigrafia, além de muito usada nos Tribunais Superiores, no Congresso Nacional, nas Assembleias Legislativas, em congressos, palestras e pesquisa de mercado, também é utilizada nos muitos cursos de jornalismo e secretariado. E se, no momento de uma entrevista, o recurso for o lápis, com os estudos taquigráficos você consegue anotar mais palavras do que escrevendo na estrutura básica da língua portuguesa. Eldia da Silva, taquígrafa há mais de 11 anos, fala da importância da taquigrafia, que, para ela, é um registro, um documento. "Uma gravação pode ser forjada, mas na taquigrafia não, toda a sessão fica documentada na ata, que chamamos de anais",ou seja , o taquígrafo tem fé pública, explica Eldia. Os Taquigramas são um conjunto de sinais que formam palavras. Apenas um sinal pode significar uma única palavra. Para aqueles que começam a aprender os taquigramas, encontram nesses sinais um novo alfabeto. Essa aprendizagem, que requer muito estudo e treinamentos, também exige velocidade, até chegar a média de 90 palavras por minuto. Para quem acha que a taquigrafia é muito difícil, vale dizer que ela também está inserida como um valor acrescentado no currículo de diversos profissionais em áreas diferenciadas. O historiador Isaldino Ribeiro, de 49 anos, formou-se em taquigrafia e usa esse aprendizado para outros fins. "Eu taquigrafei a palestra inteira da Marilena Chaui sobre Introdução à Filosofia Grega", entusiasma-se Ribeiro. "Todas as atividades requerem anotações, independente do mercado, ela é um valor agregado indispensável, além de ser um charme, você se difere daquele que não sabe", acrescenta. Embora haja tantos motivos para se aprender taquigrafia, existem poucas escolas habilitadas a ensinar os métodos taquigráficos. Moacyr Moraes, de 45 anos, é um dos poucos professores de taquigrafia. Há mais de 20 anos ele leciona em Goiânia."As pessoas acham que vão aprender essa escrita em um mês, mais isso é uma ilusão", acrescenta Moraes, que ensina pelo método Leite Alves. Mas, mesmo com a escassez de escolas de taquigrafia, sempre existirá a necessidade de um profissional. Hoje em dia, por exemplo, aderimos a esse meio sem tomarmos consciência disto, na medida em que utilizamos abreviações no uso da língua portuguesa.

Texto extraído da internet, em 2012, feito por Emiriene Costa




Concurso público em ano eleitoral


Sou professor em cursos preparatórios para concursos públicos há 15 anos e todo ano eleitoral sempre sou abordado, pelos alunos e por professores, sobre a possibilidade ou não de realização de concursos públicos em ano eleitoral. Normalmente essa indagação vem precedida da informação de que “ouvi falar que não pode haver concurso em ano eleitoral”. Não tem qualquer fundamento essa colocação, não há qualquer restrição para a realização de concursos públicos em ano eleitoral, eu, inclusive fiz concurso público para o cargo de Procurador do Distrito Federal em ano eleitoral (1998) e fiz prova no mês da eleição (outubro). Ora, nem poderia haver qualquer impedimento para a realização de concursos públicos em razão de eleições até porque o fundamento para a vedação seria, em tese, beneficiar candidato a cargo eletivo o que, evidentemente, não existe tal possibilidade dadas as características próprias do concurso público que é a impessoalidade e a igualdade que são assegurados pela realização do certame. O que há, e aí talvez resida a dúvida de alguns que tenham feito uma equivocada leitura da lei, é a lei eleitoral (lei n° 9.504/97) que especifica, em razão da igualdade dos candidatos aos cargos eletivos, regras para evitar benefício próprio que consiste em proibição para: “Art. 73. São proibidas aos agentes públicos, servidores ou não, as seguintes condutas tendentes a afetar a igualdade de oportunidades entre candidatos nos pleitos eleitorais: nomear, contratar ou de qualquer forma admitir, demitir sem justa causa, suprimir ou readaptar vantagens ou por outros meios dificultar ou impedir o exercício funcional e, ainda, ex oficio, remover, transferir ou exonerar servidor público, na circunscrição do pleito, nos três meses que o antecedem e até a posse dos eleitos, sob pena de nulidade de pleno direito, ressalvados: a) a nomeação ou exoneração de cargos em comissão e designação ou dispensa de funções de confiança; b) a nomeação para cargos do Poder Judiciário, do Ministério Público, dos Tribunais ou Conselhos de Contas e dos órgãos da Presidência da República; c) a nomeação dos aprovados em concursos públicos homologados até o início daquele prazo; d) a nomeação ou contratação necessária à instalação ou ao funcionamento inadiável de serviços públicos essenciais, com prévia e expressa autorização do Chefe do Poder Executivo; e) a transferência ou remoção ex ofício de militares, policiais civis e de agentes penitenciários;” Verifica-se, pois, que não há qualquer limitação para a realização de concursos públicos em ano eleitoral, havendo apenas a limitação de não nomeação três meses antes do pleito e desde que o concurso ainda não tenha sido homologado pois, se tiver havido a homologação não precisa respeitar esse período de três meses cabendo até mesmo nomeações na véspera das eleições. Com essas considerações, acredito que ficam resolvidas eventuais dúvidas sobre a possibilidade, ou não, da realização de concursos públicos em períodos eleitorais. Aos candidatos compete agora estudar exaustivamente para passar nos concursos públicos seja em ano eleitoral ou não, aliás, em ano eleitoral é até melhor uma vez que muitos possíveis candidatos a concurso público acabam se envolvendo em campanhas eleitorais de forma direta ou indireta o que vem a reduzir a concorrência e aumentar as chances daqueles que não têm tal envolvimento. Boa sorte, caros alunos concursandos, torço por todos vocês para que possam realizar seus sonhos!

Fonte: Professor Zélio Maia – CBTONLINE – Brasília, 03/11/2005.




A Língua Portuguesa e o Taquígrafo


Sabemos que a Taquigrafia exige um conhecimento relativamente amplo das regras da língua portuguesa. Muitos exímios estudantes ainda não atingiram êxito em seus concurso em razão de não terem ainda adquirido o domínio das regras gramaticais. A língua portuguesa é realmente tão difícil assim? Nem tanto. Somos privilegiados por termos como língua mãe (ou "L1", como dizemos ao estudarmos Linguística) um idioma com tamanha variedade de fonemas e contrações, o que nos auxilia a desenvolver nossa capacidade comunicativa. Porém, para falantes de outra língua, eventualmente ocorrem dificuldades. O texto abaixo, retirado da internet, é um exemplo da dificuldade que falantes estrangeiros encontram ao tentarem compreender alguns aspectos de nossa língua. Vale a pena ler...

NOSSA LÍNGUA....

Na recepção de um hotel, em Fortaleza: - Por favor, gostaria de fazer minha inscrição para o congresso. - Pelo seu sotaque, vejo que o senhor não é brasileiro. O senhor é de onde? - Sou de Maputo, Moçambique. - Da África, não é? - Sim, sim, da África. - Aqui está cheio de africanos, vindo de todas as partes do mundo. O mundo está cheio de africanos. - É verdade. Mas, se pensar bem, veremos que todos somos africanos, pois a África é o berço antropológico da humanidade... - Pronto, tem uma palestra agora na sala meia oito. - Desculpe, qual sala? - Meia oito. - Podes escrever? - Não sabe o que é meia oito? Sessenta e oito, assim, veja: 68. - Ah, entendi, meia é seis. - Isso mesmo, meia é seis. Mas não vá embora, só mais uma informação: a organização do Congresso está cobrando uma pequena taxa para quem quiser ficar com o material: DVD, apostilas, etc. Gostaria de encomendar? Quanto tenho que pagar? - Dez reais. Mas estrangeiros e estudantes pagam meia. - Hummm! Que bom. Ai está: seis reais. - Não, o senhor paga meia. Só cinco, entende? - Pago meia? Só cinco? Meia é cinco? - Isso, meia é cinco. - Tá bom, meia é cinco. - Cuidado para não se atrasar, a palestra começa às nove e meia. - Então já começou há quinze minutos. São nove e vinte. - Não, ainda faltam dez minutos. Como falei, só começa às nove e meia. - Pensei que fosse as 9:05, pois meia não é cinco? Você pode escrever aqui a hora que começa? - Nove e meia, assim, veja: 9:30 - Ah, entendi, meia é trinta. - Isso mesmo, nove e trinta. Mais uma coisa senhor, tenho aqui um folder de um hotel que está fazendo um preço especial para os congressistas, o senhor já está hospedado? - Sim, já estou na casa de um amigo. - Em que bairro? - No Trinta Bocas. - Trinta bocas? Não existe esse bairro em Fortaleza. Não seria no Seis Bocas? - Isso mesmo, no bairro Meia Boca. - Não é meia boca, é um bairro nobre. - Então deve ser cinco bocas. - Não, Seis Bocas, entende, Seis Bocas. Chamam assim porque há um encontro de seis ruas. Por isso seis bocas. Entendeu? - E há quem possa entender?

(Fonte: Internet. Autor Desconhecido)


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